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Rolezar

14/02 d 2014 as 18:16

Eu odeio moda. Sou avesso a moda. Quanto todo mundo usa uma coisa, eu uso outra. Nunca curti muito este mundo. Não falo especificamente de moda de vestir, mas qualquer coisa que está na moda. Termos, Filmes, Novelas, Roupas, atitudes. A última moda foram os rolezinhos. E em duas semanas sumiram. Agora posso entrar na ex-moda.


 


Na semana que passou resolvi dar um rolezinho na minha antiga universidade. Moro perto. Pode ser caminho para meu trabalho. Então resolvi encarar o desafio de rolezar por lá e reviver as memórias.


 


A primeira parada foi a minha escola. Sim, escola. Muitos estudam em uma escola e depois vão para faculdade. Eu estudei em uma escola e fui para uma escola. Era o nome da faculdade, o que posso fazer, né?


 


Ao contrário de muitos que teriam uma sensação boa, um pânico tomou conta do meu ser quando cheguei. Aquela escola causou algumas feridas que nunca cicatrizaram em mim. Foram 6 anos de Engenharia duros e árduos. Com direito a 10 matérias nos últimos 6 semestres. Calculo IV por 5 vezes. Até hoje tenho um sonho recorrente de que não me formei. Uma ferida aberta na minha memória e que nunca fechará. Acho realmente que preciso voltar estudar lá, para tentar encerrar este ciclo.


 


Tinha que sair dali. Clima pesado. Coração apertado e algumas cicatrizes ameaçavam abrir. Fui em direção à praça da pipoca e ao Bandeijão Central. Nossa, quantas lombrigas peguei naquele bandeijão. E quanto colesterol adquiri com aquela pipoca com provolone. Meu coração até palpitou!


 


Para aliviar o colesterol, nada melhor do que ir para a Farmácia. Muitas festas farmacêuticas. Nenhuma farmacêutica, afinal, eu era (e ainda sou) nerd e engenheiro. Saindo da Farmácia, Instituto de Biociências. Onde as Faculdades de Biológicas se reuniam. Nenhuma festa, mas sempre era bom passear pelo PS do hospital universitário.


 


Veio os institutos da Marinha, onde diziam que se construía um submarino nuclear. Nunca vi um submarino nuclear brasileiro e há poucos anos atrás, o Brasil comprou alguns da França.


 


Olho no GPS e vejo o nome de uma rua próxima chamada Matão. Surge um carrinho de rolimã na minha mente. A Escola de Engenharia fazia todos os anos um campeonato nesta rua. Era uma descida muito grande. Sensacional, para os que conseguiam chegar embaixo. Para os que não conseguiam fazer a curva, nem tanto.


 


Mas uma pergunta me veio na cabeça? Porque Rua do Matão? Não era um lugar que parecia com uma selva amazônica fechada. Tinham arvores, mas nada demais. Continuei descendo a rua e nada que fizesse referência a este nome.


 


No final da rua, vejo um balão. Porque raios deram o nome de Matão a esta rua? Olho pra um lado e vejo o instituto de Astronomia. Será que tem a constelação de Matão? Não tem. Olho para o outro lado, Faculdade de Arquitetura. Descobri. Deve ser por causa das Claudias que estudam aqui. Ohana!

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