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 Cronistas

Cada palavra, cada sentença é cuidada com intenção e reflexão. Aqui há desabafos e aqui me permito recriar o universo da minha vida sem tantos filtros.

Creio demais na força de uma vírgula e na necessidade do ponto final.

Fiquem à vontade para ver ou que vejo ou vi, mais à vontade ainda para julgar o que tenho coragem de expôr.

Bora ler?


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Hildebrando, profissional

18/02 d 2012 as 04:40

É possível ser bom, muito bom naquilo que se propõe a fazer. Alguns de nós nascem predestinados a ser medianos, viver de determinada profissão, se iludir com a esperança de ser maior pra depois se conformar em ser mesmo só mais um no mercado da vida.


 


E tudo bem, viu? Praqueles de nós que nasceram pra isso, não há mal nenhum em ser mediano, ter picos de sucesso e por consequência felicidade, pra então não esperar por mais picos e achar que os que houveram já valeram os anos de marasmo e estagnação. E tudo bem!


 


Porque mesmo aqueles que se destacam, aqueles que se sobressaem e se põem acima dos demais, estes também tem sua função. Essa uma de ser referência para os medianos, de pensar em coisas ou realizar coisas que a maioria não ousaria considerar possível. E se destacam.


 


Esses casos de sucesso sofrem a pressão de ter ido alto demais, meio que caminho sem volta não podem considerar um retrocesso, mesmo que dos menores. E se verão amarrados por todo o sucesso que motiva a inveja alheia e que os atormenta pelo medo da perda de status.


 


Mas tem alguns de nós... Alguns que se superam, sabe? Se superam na arte de ser medianos, não, mentira. Se superam na arte de ser ruins.


 


Podia até alegar ser uma possível não descoberta dos verdadeiros talentos da pessoa, de estar fora do contexto que lhe cabe. Mas não é de se supôr, sendo fiel ao conceito de que tudo de fato tem seu lado positivo e negativo, o ponto e o contraponto, o yin e yang ou coisa que o valha. Enfim, que tudo necessite ter seu oposto pra existir o equilíbrio?


 


Eu creio que sim.


 


Dentro dessa categoria tão particular me contaram do Hildebrando. Aspirante a advogado que no fundo queria mesmo, palavras dele, era dar carteirada nos bailes da vida. Não perguntaram se era em baile funk.


 


Foi contratado pra estagiário, coisas de licitações e afins. No currículo dizia ser experiente, já ter trabalhado na área e então não vinha pra servir café, era um estagiário cheio de responsabilidades.


 


Hildebrando estabeleceu recordes.


 


Simplesmente conseguiu, no curto prazo de uma semana no novo emprego, deixar que documentos insubstituíveis (quase de estimação!) sofressem um pequeno acidente próximo da cafeteira da firma.


 


Conseguiu boas marcas também no quesito automotivo, dentro da firma.


 


Nessa mesma uma semana, foi capaz de ralar de fora a fora a lateral direita do carro da empresa. Detalhe: o carro de tão zero ainda nem tinha seguro.


 


Mas não foi só! Ainda nesse quesito foi capaz, mas essa exigiu habilidade ímpar, de estacionar o carro ralado da firma em um canto de parede. Nada demais? Bom, ele deixou o carro tão bem estacionado que simplesmente impossibilitou a saída de outro carro. O da sua chefe.


 


E levou as chaves embora.


 


Mas o que determinou mesmo sua rápida passagem e também rápida ascensão como o pior estagiário que se tem notícia foi... Comer a marmita do chefe.


 


Mas não antes de comentar a calvície do mesmo.

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